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maio 17, 2005

Livros na infância

Daniel Piza afirmou que Paulinho da Viola só tinha se tornado o compositor que foi por causa do ambiente cordial e musicalmente sofisticado em que foi criado, após ver um documentário sobre a vida dele. Educação, a influência do meio.
Quem se fascina com os desenhos, a diagramação, o senso de design, as fotos, as cores e as formas da Mariana Newlands agora pode saber o que ela lia na infância.
O que me espantou ali não foi nem encontrar best-sellers como O Gênio do Crime ou A Bolsa Amarela, mas saber que existiam edições em português do Pequeno Nicolau (de Goscinny e Sempé) e de Juca e Chico, traduzida por Olavo Bilac!, um dos precursores da linguagem dos quadrinhos. Curiosamente, eu também li Grimble, mas o segundo livro: Grimble, família e companhia. Lembro que lá pelas tantas ele prepara uma refeição com os restos de comida da geladeira que ficou uma tremenda duma porcariada.

Escrito por Rafael | maio 17, 2005 10:35 AM

Comentário

Pede pro cara explicar Cartola.

Escrito por: Arnaldo | maio 18, 2005 11:53 AM

Eheh, Arnaldo passou na frente...

Abri a caixa de comentários para falar do Cartola. Mas devem haver muitos outros gênios intuitivos por aí.

Agora, leitores intuitivos, aí sim há menos.

Escrito por: Drex | maio 19, 2005 03:58 PM

Ia fazer a mesma pergunta. Cartola, Nelson Cavaquinho, Noel Rosa, Ismael Silva... A genialidade não é uma questão de educação, mas certamente passa pela influência do meio, do ambiente em que o sujeito vive e do grupo com o qual se relaciona.

Escrito por: Chris | maio 23, 2005 10:59 PM

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