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junho 29, 2005

NY, 1978, 2h17 da madruga

Nova Iorque, segunda metade da década de 1970. Enquanto o Filho de Sam aproveitava um blecaute para barbarizar as ruas, Andy Wharol aderia definitivamente às celebridades (como retratista e como uma), bandas punks mostravam seus alfinetes e tachinhas, grafiteiros como Basquiat e Keith Haring espalhavam rabiscos no metrô e uma campanha tentava resgatar o afeto dos moradores pela cidade -- a das camisetas I <coração> NY --, um monte de gente no desespero típico de fim de século se esbaldava ao som da disco music nos salões do Studio 54 ou do Plato's Retreat. Você viu o filme, leu a respeito, mas nunca acreditava que as coisas fossem daquele jeito (uma dica da Patricia).

Escrito por Rafael | junho 29, 2005 02:04 PM

Comentário

Rapaz, ainda tem uns lugares por aqui que sao assim. Caso, voce queira vivenciar este tipo de coisa. Obviamente, eu tomaria uma vacina anti-tudo antes. Da minha experiencia de Nova Iorque, o mais chato e o chique. O mais legal e o que ja esta ai... Sei la como explicar isso melhor.

Escrito por: Ram | julho 1, 2005 01:17 AM

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