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novembro 25, 2009

Are

Parabéns à família Rajagopal, em especial Malika e Lakshmi, pela participação fundamental na consultoria que levou ao Emmy da novela Caminho das Índias.

Escrito por Rafael | 12:24 PM | Comentários (0)

novembro 18, 2009

Política, de vez em quando

Se Dilma não sabe falar sem agredir, precisa ser escondida e necessita de alguém que lhe transfira votos, que atributos tem para governar? -- Dora Kramer, via tuíti

Escrito por Rafael | 04:08 PM | Comentários (0)

novembro 17, 2009

Ademã

A coleguinha aqui do lado está aprendendo francês e quando o outro foi embora, ela disse: Ademain.

Eu retruquei: Ademain, que cavalo não desce escada. Ela foi procurar a frase no Google, e recaiu numa página que mostrava a estátua do Ibrahim em frente ao Copacabana Palace.

Eu aconselhei procurar "malandragem" na Wikipedia...

Escrito por Rafael | 03:50 PM | Comentários (0)

novembro 16, 2009

Brutamontes

Adriano, recebendo e girando no meio de campo, lembra-me de Shaquille O'Neal, entrando no garrafão.

Escrito por Rafael | 02:43 PM | Comentários (0)

novembro 13, 2009

Ela não fez isso! Ela não fez isso!

Certas cenas são cartuns da New Yorker vivos: o cara, à saída de O Anticristo, perguntando para a namorada: e aí, gostou do filme?

Continuar assim, Lars von Trier vai chegar ao cume da escala Pasolini de expulsar-gente-do-cinema-por-repugância.

Escrito por Rafael | 01:54 PM | Comentários (0)

novembro 06, 2009

O cálice sagrado

Imagino que a celebração dos 40 anos do grupo Mony Python tenha produzido matérias nos principais órgãos de imprensa brasileiros. Não vi nada além de uma notinha no Globo. Acho meio difícil ser assertivo sobre a influência do humor deles no Brasil, tendo em vista que chegaram aqui principalmente através do cinema; o programa televisivo que entrosou & batizou o grupo nunca foi exibido em canal aberto. Henfil e o grupo da Casseta Popular reconheceram a importância de ambos; Henfil viu o programa quando morava em Nova Iorque e tentou colocar algo parecido no filme que dirigiu, um fracasso de certa forma injusto, porque menos de 3 anos depois a TV Pirata faria sucesso na mesma linha de humor, redigida pelo pessoal da Casseta Popular. Mas a nota era sobre o Monty Python, então vamos voltar pro assunto.

Qualquer nota que saísse na imprensa, entretanto, imediatamente denunciaria que não há bibliografia sobre o Monty Python no Brasil; seria aquele arrazoado de impressões pessoais misturadas a informações catadas numa Wikipedia da vida. Por conta da efeméride, andei lendo The Pythons by The Pythons, uma biografia em forma de história oral, publicada há 6 anos, na esteira do sucesso de Spamalot! na Broadway. Nem se sonha em traduzir um troço desses, onde há informações fundamentais para compreender os conflitos internos que geraram o melhor e foram responsáveis pela dissolução do grupo: o pessoal que se formou em Cambridge versus o pessoal de Oxford, os choques entre os grupos de redação dos diferentes programas de humor que antecederam Monty Python's Flying Circus, as personalidades agregadoras (Michael Palin), as desagregadoras (Graham Chapman, John Cleese) e os do bloco do eu sozinho (Eric Idle, Terry Gilliam); sem isso não se compreende completamente como o grupo se formou.

E também dois nomes fundamentais para que o grupo encontrasse o sucesso. A mais evidente, Spike Milligan, que está para o humor inglês assim como Millôr Fernandes está para o brasileiro: é o centro nervoso a partir do qual saíram os tremores sísmicos que abalaram as três gerações seguintes. Reclamam inflência de Spike a turma anterior ao Python, de Peter Cook e Dudley Moore, todos os Pythons ingleses, os Beatles e até a geração de Stephen Fry e o doutor House, Hugh Laurie. A menos evidente é Harvey Kurtzman, criador da Mad e de Help!, revista de humor onde Terry Gilliam lapidou seu estilo e o modo de fazer piadas -- e onde conheceu John Cleese, ator aspirante contratado como modelo em uma das fotonovelas humorísticas da revista. Se já deve ser difícil encontrar algum artigo decente sobre o Monty Python, um que mencionasse Kurtzman e Milligan, é praticamente impossível. O grande crime de ambos foi estar a frente de seu tempo -- coisa de uma década, mas o suficiente para que nunca tenham se tornado ricos ou populares como os Pythons, ou os Cassetas. Mas a HIstória lhes faz justiça.

Escrito por Rafael | 09:29 AM | Comentários (0)

novembro 05, 2009

Porque nós gostamos de mulheres altas

Liberty_Meadows: Brandy & Frank

Liberty Meadows, de Frank Cho -- cabeça a cabeça com Mutts pela melhor tira pós-Calvin.

Escrito por Rafael | 02:55 PM | Comentários (0)

novembro 04, 2009

Horário de verão

Acabou de bater uma vontade danada de assistir um pôr do sol em Cottesloe de novo, da varanda do OBH, ou do gramadinho.

Escrito por Rafael | 09:17 AM | Comentários (0)

novembro 03, 2009

Murdoch versus a internet

Na próxima vez em que aquele seu amigo chato vier lhe falar que os jornais (e a revistas, e a imprensa etc) vão acabar, conte para ele essa historinha envolvendo Rupert Murdoch -- se você não sabe quem é, melhor parar de ler por aqui:

In one of my favorite Murdoch stories, his wife, Wendi, who had befriended the founders of Google, Larry Page and Sergey Brin, told me about how the “boys” had visited the Murdochs at their ranch in Carmel, California. When I marveled at this relative social mismatch and asked what they might have talked about, Wendi assured me that they had all gotten along very well.
“You know, Rupert,” Wendi said, “he’s always asking questions.”
“But what,” I prodded, “did he exactly ask?”
“He asked,” she said, hesitating only a beat before cracking herself up, “‘Why don’t you read newspapers?’”

Escrito por Rafael | 08:45 AM | Comentários (0)